Chegando a Châteuneuf -du-Pape a primeira coisa que nos chama a atenção é o solo! O vinhedo aqui é plantado neste terreno de "galets" ou pedras roliças, paisagem típica da região.
Fomos recebidos no Domaine du Vieux Télégraphe por Fréderic Brunier, o proprietário.
O Domaine produz 4 vinhos, Le Vieux Télégraphe (tinto e branco) - mais complexos e estruturados e Le Télégrame (tinto e branco) - "segundo vinho" do domaine, todos sempre na Apelação Châteuneu-du-pape.
A família Brunier também possui outros domaines na região e mesmo no Líbano onde produzem o vinho Massaya que também pudemos degustar.
domingo, 15 de fevereiro de 2009
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Pepinière Mercier - "fabrica de mudinhas"
Desde que todos os vinhedos do mundo (fora o Chile) foram dizimados por causa da Phyloxera (inseto) em 1863, os pés de vinha começaram a ser enxertados em raízes de vinhas americanas que são mais resistentes a esse inseto.
Hoje em dia quem se ocupa deste enxerto aqui na França são as pepinières, e eu fui conferir como são criados esses novos "clones" de vinhas na maior pepinière do mundo, "Pepiniere Mercier", que exporta sua plantinhas para o planeta inteiro, até mesmo para o Brasil.
Cada enxerto é recoberto de cera (vermelha) para impedir contaminações e ficar menos vulnerável para o transporte.
Laboratório de mudinhas, os novos syras, cabernets e chardonnays que um dia produzirão o vinho que está na sua mesa saem (quase) todos daqui!
Hoje em dia quem se ocupa deste enxerto aqui na França são as pepinières, e eu fui conferir como são criados esses novos "clones" de vinhas na maior pepinière do mundo, "Pepiniere Mercier", que exporta sua plantinhas para o planeta inteiro, até mesmo para o Brasil.
Cada enxerto é recoberto de cera (vermelha) para impedir contaminações e ficar menos vulnerável para o transporte.
Laboratório de mudinhas, os novos syras, cabernets e chardonnays que um dia produzirão o vinho que está na sua mesa saem (quase) todos daqui!
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